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Um Novo Dallas

Considerando a demografia envolvente, o complexo Dallas encontra-se numa localização perfeita para ser um ponto de encontro e cruzamento entre toda a sociedade local. Imaginamos para o complexo um local multidisciplinar que consiga conjugar uma loja do cidadão, um polo de incubação de empresas e um centro social.

Loja do Cidadão

A Cidade do Porto necessita de uma nova Loja do Cidadão, para partilhar o esforço e oferecer melhores condições de atendimento à actual.

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Espaço Incubação

No mundo actual a execução dos projectos precisa de ser rápida. Temos de providenciar formas mais fáceis e acessíveis de trabalhar.

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Centro Cívico

Os Portuenses necessitam de mais espaços com acesso livre, para que possam partilhar vivências de forma profícua.

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Loja do Cidadão

O Porto, como capital de distrito e cidade vértice regional, necessita de providenciar serviços não só à população residente mas também a todos os cidadãos que usufruem da cidade. Desta forma, tendo em conta o tráfego de pessoas diurno da cidade consideramos fundamental a instalação de novas Lojas do Cidadão, pontos de acesso do público aos serviços do estado e de empresas de prestação de serviços.

Numa altura em que a Loja do Cidadão das Antas, tem vindo a sofrer reduções importantes nos serviços dispobilizados aos cidadãos por falta de condições nas atuais infraestruturas, a introdução de um novo espaço concebido a pensar numa maior comodidade para o utilizador seria de extrema importância.

Aliando a Loja do Cidadão das Antas a uma segunda localizada na Avenida da Boavista, promoveria uma diminuição do fluxo de pessoas e em consequência um atendimento mais individualizado e de maior qualidade.

 

 

N
a área Metropolitana do porto existem 5 Lojas de Cidadão, existindo mais 4 na zona litoral do país.

Estão instaladas nos Municípios de Aveiro, Braga, Esmoriz, Gondomar, Penafiel, Porto, São João da Madeira,  Santo Tirso e Vila Nova de Gaia. São lojas que oferecem um mix de serviços variável, tendo em conta a proximidade de outros postos de atendimento do Estado Português.

Estes Municípios e as suas zonas de influência contam com uma população superior a 2,5 milhões de habitantes. 

Cobertura Lojas do Cidadão Região Norte

Espaço Incubação

No sentido de estimular a inovação e o empreendedorismo, várias iniciativas têm vindo a ser desenvolvidas, a nível nacional e internacional com o intuito de estimular os recém formados a optar por uma carreira empresarial. Desta forma, a criação de polos empresariais que permitiriam o contacto com indivíduos com resultados expressivos na área, estimulando uma maior aprendizagem e consequente rentabilidade. 

Assim, um espaço para incubação de empresas, localizado na Av. da Boavista (à semelhança do já disponibilizado pela Incubadora de Empresas da Universidade do Porto) daria uma oportunidade para aprender com a experiência de terceiros e estimular a partilha de conhecimentos e valências com o objectivo final de criar uma maior competitividade no mercado.

Uma oportunidade para aprender com a experiência de terceiros e estimular a partilha de conhecimentos e valências com o objectivo final de criar uma maior competitividade no mercado.

Este local teria ainda uma infraestrutura de livre acesso ao público, onde o comum do cidadão poderá trabalhar, usufruindo das necessidades essenciais de conectividade.

Mediante a apresentação de um projecto e acima de tudo da vontade de vingar no mundo empresarial, os empreendedores seriam convidados a tornarem-se sócios de um espaço onde poderiam instalar de forma formal a sua empresa. Através de uma jóia  alugariam espaços de área diversa, desde mesas até salas, usufruindo de todas as funcionalidades que o espaço ofeceria: salas de reuniões, serviço de secretaria, serviço de contabilidade, etc.

Espaço Cívico

Numa zona de livre passagem entre a Av. da Boavista e o Estádio do Bessa, seriam ainda criados locais  vocacionados para a restauração.

Criar um espaço de cafés e restaurantes, destinados aos portuenses e turistas (aproveitando até a proximidade com os complexos hoteleiros), explorando toda a versatilidade da gastronomia portuguesa e colmatonda algumas das lacunas da atual zona envolvente.

Seria ainda possível o aluguer de espaços como auditórios e salas de trabalho para conferências e reuniões.

Espaços Verdes

A Proposta alternativa aumenta a área verde possível dentro do complexo, tornando-o atractivo para uma utilização regular pela sociedade envolvente.

Restauração

Espaços para usufruto dos utilizadores do complexo com acesso directo à zona ajardinada.

Modular

A zona comunitária poderá ser utilizada para diversos efeitos: conferências, pequenos concertos, exposições.

A Proposta da Câmara Municipal do Porto

Legalizar a Reconstrução de uma Superfície Comercial

A Câmara do Porto, na sua proposta de alteração do Plano de Pormenor do Dallas, pretende autorizar a construção/reconversão naquele espaço de uma superfície comercial de 15.000 m2. Uma área similar à do Via Catarina.

Autorizar a implantação de um novo volume na Frente da Av. da Boavista

O Plano abre as portas a que se crie um volume, na pequena praça em frente ao edifício principal do Dallas, para que o complexo possa atrair mais visitantes.

Não impõe a necessidade de ligar o Dallas ao Estádio do Bessa

Um dos principais problemas do Complexo, é o beco criado na Praça Engenheiro António de Almeida, que impede o utilizador de aceder com facilidade quer à Av. da Boavista, quer às imediações do Estádio do Bessa

Total de Centros Comerciais no País

 

Ofenómeno dos centros comerciais Portugueses remonta à década de 60, embora tenha sido um começo sem grande sucesso, com a abertura de dois complexos em Lisboa: Drugstore Sol a Sol e Tutti Mundi, na Avenida da Liberdade e na Avenida de Roma, respectivamente.  

É importante compreendermos que os factores de natureza económica, social e politica, inerentes à regência do Estado Novo, dificultaram a implantação de conceitos que para a Economia Portuguesa eram novos e tinham de ter o know-how subjacente importado do exterior, numa altura em que, o país vivia exatamente fechado face ao mesmo.  Assim, só após o 25 de Abril de 1974, e passado o período de instabilidade política, é que surge um clima de confiança favorável ao investimento.   

Desta forma, Portugal assistiu a um crescimento rápido da área total dos centros comerciais a partir da década de 80. Podendo ser identificados 4 períodos distintos de expansão que coincidem com as mais recentes décadas.

História do Complexo Dallas

O Centro Comercial Dallas foi inaugurado a 8 de Dezembro de 1984 sendo um dos primeiros a surgir na cidade e num Portugal cada vez mais aberto ao exterior após anos de ditadura.

Ainda durante a construção, a autarquia deu ordem de embargo ao projecto, não tendo sido porém cumprida. O mau desenho interior, problemas de segurança,  assaltos, confrontos físicos e tiroteios sempre o colocaram como um sítio obscuro da cidade, embora esteja localizado num espaço de excelência.

Está encerrado desde Julho de 1999 por ordem da Câmara do Porto, na sequência de sucessivas inspecções do Batalhão de Sapadores Bombeiros da Cidade que apontavam para a crescente falta de condições de segurança. A ordem foi dada por Nuno Cardoso, na altura Presidente da Câmara.

O Processo de licenciamento e recuperação arrasta-se há mais de uma década. Por necessitar da concordância de todos os donos de fracções tornou-se um processo moroso e de grande dificuldade de concretização. No momento de promoção do projecto chegaram-se a vender fracções por exemplo na Venezuela.

A gestão descentralizada do Centro Comercial também nunca foi o melhor veículo para os seus interesses. As lojas presentes,  de momento fechadas, têm dezenas de donos que tinham de decidir em Assembleia as melhores estratégias de promoção e gestão.

Os centros comerciais modernos têm um único dono, a entidade que gere e opera o centro comercial, alugando os espaços disponíveis às marcas interessadas. Desta forma, executa-se uma gestão directa e profissional.

Ao mesmo tempo uma torre de 11 andares, todos destinados a habitação, no lado oposto ao Dallas, está desocupada desde a sua construção, por falta de licença de habitabilidade. Mais de 20 famílias possuem apartamentos no edifício que nunca chegaram a habitar.

A História do Centro Comercial Dallas é uma metáfora do período de grande crescimento Português pós-25 de Abril. Onde a rapidez de construção, as fugas ao licenciamento, e o facilitismo do fiscalizador criaram grandes problemas urbanisticos, que vão perdurar durante várias gerações.

Equipa Projecto Dallas

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Diogo Ferrão

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Fausto Amaral

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Frederico da Silveira

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Martinho Magalhães

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Vitor Fernandes

Equipa-Especial

E Ainda